Não sei bem explicar o que me leva a falar com essas cartas e muito menos a ouvir as suas respostas (quando não são elas que falam comigo e eu lhes respondo); mas sei que é algo real...

Não sei, nem ninguém sabe, exactamente de onde surgiram essas cartas, que hoje se chamam Arcanos, Mistérios, nem como exactamente elas evoluíram; mas tenho a minha pesquisa e os meus palpites... mistério...
Mas há algo que sei, que tenho presente e gravado em mim, é que estas 78 chaves falam, contam histórias, dizem-nos o que de mais profundo está e existe em nós. Elas acarinham-nos com os seus conselhos, puxam-nos as orelhas quando precisamos de corrigir alguma coisa, mas logo de seguida mostram-nos que existe um caminho e uma solução.
Sei que esta paixão que me fez encontrar o Tarot não é como as outras que já vivi, que nasciam e em pouco tempo morriam, umas simplesmente desvaneceram, outras transformaram-se em algo maior. Mas esta paixão que me invadiu ainda hoje é paixão, mas ao mesmo tempo é um Amor profundo. Um Amor profundo por mim, por quem eu sou, pelo meu autoconhecimento, pelo desenvolvimento pessoal, pelo serviço aos outros, à Humanidade e à Terra, pela sabedoria ancestral, pelo conhecimento, pela libertação das amarras que tantas vezes o Homem tem à sua volta e que apenas pelo conhecimento se pode libertar, pela elevação de Consciência e por tantas, tantas coisas que não cabem aqui nem se podem colocar em palavras escritas nem faladas.
Por isso hoje, dia 25 de Maio, Dia Mundial do Tarot, proponho o desafio de deitar abaixo preconceitos e ideias mal formadas e entregar-se à autodescoberta do seu próprio Eu através destas 78 cartas de profunda sabedoria! ;)




